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A realidade de uma mulher adulta que resgata fantasias da infância de uma época em que, como personagem, foi submetida a brincadeiras imprevisíveis em que foi objeto de zombarias, chegando a situações constrangedoras em uma passividade que, por vezes, lembra a de uma presa acuada. Resumen: Este artículo trata de aproximar dos planos de realidad y fantasía, en el cuento Felicidade Clandestina publicado en el libro con el mismo título, donde estos dos aspectos pasan a disputar un mismo espacio. El cuento presenta la realidad de una mujer adulta que rescata fantasías de la infancia en un tiempo en que, como personaje fue sometida a juegos imprevisibles, en los que es objeto de burla, llegando a situaciones preocupantes, en una pasividad que, a veces recuerda a una presa atrapada. Sin embargo, la misma protagonista antes sometida a la crueldad de su compañera de colegio, ahora en la posición de narradora, ejerce pleno control sobre el lector. Abstract: This article attempts to approximate two planes: reality and fantasy, in the story Clandestine Happiness published in the book with the same title. This story narrates the reality of an adult woman who explores childhood fantasies in a time in which she is subjected to cruel games of mockery, that develop to a preocupying level, in a passivity that sometimes reminds the reader of a trapped prey. Nevertheless, the same protagonist who was once subjected to her classmate's cunning, now exercises full control in the position of narrator before her readers. She passes from character to constructor of the text, playing with the senses of the reader who is now engaged in the fictional story. Résumé: Dans cet article nous nous intéressons aux plans du réel et de la fiction dans la nouvelle Bonheur clandestin de Clarice Lispector, issue du livre portant le même titre.